Os condomínios, assim como as empresas, tem que trabalhar muito para reduzir custos sem prejudicar a oferta e qualidade de seus serviços e produtos. Embora não vise lucro, um bom condomínio deve ter as contas equilibradas e um fundo de reserva para imprevistos ou novos investimentos.

Portanto, manter-se dentro do orçamento é a meta de vários síndicos. É sabido que o custo com porteiros é um verdadeiro desafio na hora de equilibrar as contas de um condomínio.

Então, não é surpresa alguma que muitos prédios estejam partindo para uma atitude, no mínimo, inusitada: a substituição da mão de obra física dos porteiros por um monitoramento remoto na portaria.

Seja em edifícios ou condomínios horizontais, alguns já não trabalham mais com porteiros. Câmeras de última geração e microfones hipersensíveis, ligados a uma central de monitoramento, agora fazem o trabalho de atender os moradores, visitantes, receber encomendas ou abrir e fechar portas para prestadores de serviços e terceirizados.

Esse controle é total, seguro e eficiente, garantem os prestadores desse tipo de serviço. Vale ressaltar que todos os dados, como acessos e saídas são gravados digitalmente.

Os sistemas mais sofisticados também oferecem identificação biométrica, o que reduz as chances de ações ilícitas na área do condomínio. Mas e os custos de toda essa modernidade?

Segundo os especialistas, o investimento vale a pena e pode ser amortizado apenas com a redução dos custos com os porteiros físicos. A economia, garantem, chega a até 30%, sem falar no fim de problemas como faltas, férias, 13º ou ações trabalhistas.